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Exposição Izidoro vive: UniCatólica participa de exposição de obras de artista plástico reconhecido internacionalmente
Extensão e Comunidade

Exposição Izidoro vive: UniCatólica participa de exposição de obras de artista plástico reconhecido internacionalmente

Em celebração aos 93 anos do artista plástico, Izidoro de Oliveira (in memorian), a Prefeitura Municipal de Quixadá, através da Secretaria de Cultura/Fundação Cultural de Quixadá, em parceria com o Instituto Dragão do Mar e com o Governo do Estado do Ceará, realiza, até esta terça-feira, 10 de maio, o Projeto Museu Fora do Museu com a Exposição “Izidoro vive!”.

A abertura da exposição aconteceu na quinta-feira, 3 de maio, na Fundação Cultural, localizada na Praça Gladson Martins, mais conhecida como Praça do Chalé ou da Praça da Cultura. O momento contou com a presença de autoridades municipais como o Secretário de Cultura de Quixadá, Clébio Viriato Ribeiro; do artista plástico, autor da bandeira de Quixadá e um dos fundadores da banda de música do munícipio, Waldizar Viana; além de empresários, artistas plástico, imprensa e membros da comunidade.

Durante a abertura, foi apresentado o documentário “Izidoro, o pintor”, realizado pelo Instituto Assum Preto de Arte, Cultura, Cidadania e Meio Ambiente, com a produção dos alunos da Escola de Cinema do Sertão, em 2016.

A exposição conta com 48 telas cedidas por membros da comunidade local e diversas Instituições, dentre elas a UniCatólica, que possui um acervo de obras desse grande artista plástico internacional.

Para o Secretário de cultura de Quixadá, Clébio Viriato, “Feliz é Quixadá que teve Izidoro como filho. Izidoro tem sua essência a paisagem, a paisagem viva, a passagem que nos leva a mil possibilidades. Os últimos dias do Izidoro foram dias difíceis, penosos, mas ele foi acolhido pelo povo de Quixadá, que o reconhece. Ele viva nas novas gerações que vão apreciar o seu conhecimento. Ele vive quando nós saímos de casa para apreciarmos a sua obra.”

Biografia de Izidoro

Antônio Izidoro de Oliveira é natural de Campina Grande, mas passou apenas três anos em sua terra natal. Logo após, seus pais fixaram residência em Fortaleza. Bem jovem, veio residir em Quixadá, que considerava sua terra natal até os seus últimos dias.

Na família, só ele teve tendência para pintura, por isso se considerava uma reencarnação do grande artista plástico Pedro Américo. Começou a pintar aos 21 anos. Fez várias telas representando “ O Grito do Ipiranga”, bem antes de conhecer a obra de Pedro Américo, autor da tela que leva esse nome

Izidoro tinha o título de artista plástico outorgado pela Escola de Aprendizes-Marinheiro, onde participou de uma exposição, na qual concorreu com 280 artista, ficando em segundo lugar, porque o primeiro coube ao artista francês Charbraux.

Izidoro adorava a natureza e os animais, era um paisagista nato, mesmo sem nunca estar em escolas de pintura. Sempre que olhava para o horizonte misterioso, se deparava com o azul que lhe encantava, que era a sua cor predileta. Ao longo da sua vida, ele pintou mais de 80 mil telas que estão espalhadas por diversos locais, inclusive em outros países.

Por: Neuton Júnior

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