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Staniando: Vivendo a pandemia do meu jeito
STANIANDO

Staniando: Vivendo a pandemia do meu jeito

Por Prof.ª Dra. Stânia Nágila Vasconcelos Carneiro

Em face da crise que tomou conta do mundo, não tenho dúvida de que as armas para enfrentá-la são coragem, lucidez e empatia em relação ao outro, ao coletivo.

Vamos respirar fundo, aproveitar este momento para repensar nossas relações. Nossas relações com o outro, com a alimentação, com o consumo, com nós mesmos. Vai passar, mas a hora de fazer é agora. Estamos juntos nessa: se pensarmos coletivamente, esse momento difícil passará logo.

Parafraseando Dalai Lama, “Mais do que pessoas de sucesso, o mundo precisa de pessoas solidárias, que procuram a paz, que procuram curar e não ferir, dos verdadeiros ‘construtores’. É muito importante dividir nossas conquistas, mas é mais importante estar atento ao outro, ter empatia! Vamos juntos refletir sobre o que estamos espalhando e que energia estamos colocando em nossa casa, com os nossos, no mundo.”

Dias melhores virão! Vamos começar cada dia com uma corrente do bem, levando energia positiva a todos que estão adoentados nesse momento, aos nossos profissionais de saúde (que estão na batalha para cuidar de nós) e a todos que ainda estão tendo que trabalhar no meio dessa turbulência toda. Fé! Vamos juntos.

Acreditamos na força do coletivo, na solidariedade e no amor. Vamos juntos superar esse momento e temos certeza de que estamos aprendendo muito, não é mesmo?

Assim estou trabalhando, ministrando videoaula, reunindo-me virtualmente com colegas de trabalho e com alunos e orientandos, lendo, assistindo a filmes, jogando, refletindo, escrevendo, cozinhando, lavando, dormindo, tocando pandeiro, cantando, conversando, dançando na sala, tratando das plantas, ligando para os amigos e familiares, fazendo atividade física, brincando com meu neto, admirando a natureza, observando os pássaros (já que estou na fazenda), orando, mantendo as pessoas queridas em meu coração ou, às vezes, não fazendo nada, mas em mudança, adequando-me, transformando-me sempre.

E em meio a tudo isso, ainda salvo vidas, pois permaneço em casa! E você?

Por: Eliane Rodrigues

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