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Mulheres PSI em Ação: Nágela Evangelista
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Mulheres PSI em Ação: Nágela Evangelista

Nágela Evangelista é Graduada em Psicologia pela UNICATÓLICA, turma 2011.1

Nágela Evangelista é graduada em Psicologia pela Unicatólica (Turma de 2011.1), Especialista em Saúde Mental, Docente e Coordenadora de Estágio Básico, Feminista, Mãe, Psicóloga.

Ingressou no curso de Psicologia da UNICATÓLICA por meio do Programa Universidade para Todos – ProUni.

“Enquanto bolsista, sempre abracei todas as oportunidades que a UNICATÓLICA me disponibilizava, como disciplinas optativas, monitoria, extensão, implantação do movimento estudantil na Faculdade, bem como primeiro Centro Acadêmico no curso de Psicologia – o qual presidi – e primeiro Diretório Central dos Estudantes.”, afirma Nágela.

No 5º semestre do curso de Psicologia, Nágela engravidou do primeiro filho, que viria a ser seu padrinho de formatura. A partir de então, teve que abrir mão de espaços e fazer escolhas que limitavam sua atuação, enquanto acadêmica. Em contrapartida, Samuel (seu filho) impeliu-a a continuar dando o meu melhor.

“Meu objetivo na Psicologia nunca foi ser apenas uma profissional qualificada, em todos os lugares que ocupei e ocupo, sempre tive sede de construção, de transformAÇÃO. Iniciei minha atuação profissional em Juazeiro do Norte/CE, no SUAS e em seguida SUS, concomitante à atuação na clínica com enfoque familiar, área que meus olhos brilham até hoje! Mas fui além… Me aproximei do sistema conselhos e compus uma chapa para concorrer a gestão do Conselho Regional de Psicologia da 11ª Região – Ceará (CRP 11), em 2016. Do movimento estudantil ao movimento político na Psicologia, porque não existe uma atuação psicológica apolítica. De membra representativa do interior, passei a Presidenta do CRP 11, lugar que ocupo atualmente, além de atuar como trabalhadora do SUS, na docência do Ensino Superior e na Coordenação de Estágio do Curso de Psicologia da FACHUSC – PE.”, declara Nágela

Todos os espaços ocupados, são espaços de construção de micro e macro política. Onde construo, debato, descontruo, insisto, defendo, exponho… Ser mulher em um papel social de liderança é muito difícil. Até você conquistar um lugar de respeito, você foi considerada dura, rígida, ríspida, intolerante, dentre outras coisas que não cabe a mulher, pois a mulher, ela precisa ser doméstica, no sentido domesticável. Ser mulher é uma luta incansável pelo simples direito de se manter viva, livre pra escolher o que quiser ser, ocupar o lugar que quiser! O dia da mulher não é um dia de comemoração é um dia de luta! Não queremos flores, queremos o direito de escolher e ser!

Por: Neuton Júnior

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