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Docentes da UNICATÓLICA assumem cadeiras na Academia Quixadaense de Letras
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Docentes da UNICATÓLICA assumem cadeiras na Academia Quixadaense de Letras

Martin Heidegger, filósofo existencialista, escuda que o fato de termos dificuldades em admitir ou aceitar a própria morte, mesmo tendo a consciência de nossa efemeridade natural, e que, portanto, ela inevitavelmente chegará até nós, torna-se de per si uma condição imprescindível para termos na vida uma busca incessante em senti-la por completo, aproveitando as diversas oportunidades que ela nos proporciona. Num sentido lato e coadunado à finitude da matéria e a infinidade da alma, pode-se afirmar que o corpo finda-se, decompõe-se, autoconsume-se sempiternamente; mas a essência, o espírito, estes, não acabam, perpetuam-se numa outra dimensão.

Nas ciências literárias e artísticas, autores apresentam suas produções e diferenças específicas através do espírito criativo e um talento singular, muitas vezes, até incomparável. Independentemente de suas qualidades e competência, este autor sabe que um dia chegará o seu fim, como ser mortal que todos somos. Mas não como autor, produtor, artista. Aquele que produz livros e artes tem seu nome eternizado na cultura de seus pares. Não morre. Para isso não precisa ser um grande autor ou artista, basta que qualquer pessoa tenha acesso a sua produção. Neste momento, sua obra transcende, se é descoberta pelos demais. É neste momento que alcança a imortalidade.

Por Dra. Stânia Nágila V. Carneiro.

Em abril de 2018, os professores Dra. Stânia Nágila V. Carneiro e Me. Francisco José Mendes Vasconcelos, docentes da UNICATÓLICA, assumiram suas respectivas cadeiras na Academia Quixadaense de Letras, onde, respectivamente, têm como patronos Manuel de Oliveira Paiva e Dom Joaquim Rufino do Rego, homens que dedicaram suas vidas à literatura e à educação.

No mister de contribuir para a literatura poética e científica, tais professores arcam com louvor dos deveres de confrades das letras de Quixadá.

Por: Eliane Rodrigues

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